Recrutar bem
O que há aqui para mim
Este artigo é para ti se já contrataste alguém que parecia excelente na entrevista e, meses depois, percebeste que tinhas comprado a apresentação em vez da competência. Vais encontrar um sistema prático para reduzir esse erro: como preparar as entrevistas, definir os critérios antes da pressão apertar, testar o pensamento real, usar as referências melhor e separar a impressão da prova.
Também vais perceber porque o recrutamento não acaba no dia da entrada. Numa PME, uma má contratação custa dinheiro, energia, cultura e foco de gestão. O objetivo deste artigo é simples: ajudar-te a contratar menos por intuição e mais por evidências, sem transformar o processo numa máquina burocrática. A regra de fundo é dura, mas útil: não contrates quem te impressiona. Contrata quem te convence com factos.
Este é um artigo PRO. Uma leitura em profundidade para quem quer ir além da ideia rápida, compreender melhor o problema e levar daqui métodos, contexto e aplicação prática para decidir melhor na tua empresa.
A competência mais cara de aprender tarde.
A maioria das más contratações não acontece por falta de candidatos, mas porque quem entrevista confunde capacidade de apresentação com competência. Este artigo é um sistema para reduzir esse erro.
Contratei uma vez um diretor que brilhou no processo de recrutamento, com entrevistas, testes e uma apresentação final impecável. Passados alguns meses percebi que apresentava bem, mas não executava, tinha a embalagem e faltava-lhe o conteúdo. Desde esse dia, passei a tratar o recrutamento como uma competência de gestão com um método próprio.
Porque é que erramos
O cérebro decide antes de nós.
Há pelo menos três mecanismos que trabalham contra quem entrevista e convém conhecê-los:
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