Estamos a progredir?
A empresa pode estar cheia de trabalho e, mesmo assim, quase parada no que mais importa.
É difícil de aceitar, porque o esforço está à vista: agendas cheias, reuniões, respostas rápidas, problemas tratados. O CEO olha à volta e vê movimento.
Mas estar em movimento não significa que estejamos a progredir.
Vi isto muitas vezes em empresas com equipas competentes, pessoas dedicadas, bons planos e uma sensação permanente de urgência. Tudo parecia importante, tudo tinha uma razão válida e, no fim do trimestre, ficava aquela impressão incómoda: correu-se muito, mas avançou-se pouco.
Numa PME, isto aparece depressa.
As vendas tentam salvar o mês, o produto não quer falhar a entrega prometida, o suporte está agarrado ao cliente que reclama todos os dias, as operações tentam manter a casa de pé e a área financeira pergunta, com razão, quem vai pagar isto tudo.
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