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Tens alguém na equipa que não devia lá estar.

Isso custa entre metade e o dobro do salário anual.
Tens alguém na equipa que não devia lá estar.

A SHRM tem o número. A maioria dos líderes nunca faz a conta.

Aos quatro meses já havia sinais claros. A pessoa entregava devagar, evitava decisões e criava atrito nas reuniões, mas a vaga custou três meses a fechar e a equipa estava sobrecarregada. Ao fim de um ano, todos sabiam que havia um problema e ninguém o nomeava.

O custo que não aparece no balanço A vaga aberta é visível. O custo de a preencher com a pessoa errada só aparece quando já é tarde.

A SHRM (Society for Human Resource Management) estima que uma má contratação custa entre metade e o dobro do salário anual da pessoa em causa. Para um diretor a 60 mil euros, estamos a falar de 30 a 120 mil. Inclui o tempo gasto a gerir o problema, o trabalho que ficou por fazer e o custo de voltar a recrutar.

O problema é que este custo não aparece numa linha do orçamento. Distribui-se por reuniões improdutivas, decisões adiadas e pessoas que aprendem a trabalhar à volta do problema em vez de com ele.

O cérebro que não quer ver Reconhecer o erro aos quatro meses dói. Ao segundo ano custa muito mais.

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