members-only post 2 min de leitura

Usar a IA não é adotar a IA

A diferença está nos processos, não nas licenças.
Usar a IA não é adotar a IA

Há empresas com dezenas de licenças ativas, pessoas a usar ChatGPT, Claude, Gemini ou Copilot todos os dias e até apresentações internas com exemplos do que já se fez. Parece um certo progresso, mas na maioria dos casos não é.

A empresa continua a responder aos clientes à mesma velocidade, os relatórios continuam quase manuais, as reuniões não mudaram e a equipa continua a depender do líder para desbloquear o que quer que seja.

Isto não é adoção. É uso individual com aparência de mudança.

O problema é que o uso individual dá uma sensação falsa de avanço, e essa sensação impede o passo seguinte. O CEO pergunta "já estamos a usar IA?" e alguém responde que sim. A conversa termina ali.

A pergunta certa é : que processo da empresa mudou por causa da IA?

Numa PME, a IA só começa a ter impacto quando muda o trabalho real, quando reduz o tempo numa tarefa concreta, tira a carga administrativa a uma equipa pequena ou ajuda nas decisões porque organiza informações que antes estavam espalhadas em emails e ficheiros. Isto não acontece por osmose, nem acontece sem os líderes envolvidos, inclusive o CEO.

Esta publicação é apenas para subscritores

Subscreve gratuitamente para continuar a ler


Se achas que isto pode ajudar alguém, partilha.

Talvez conheças um líder, empresário ou fundador que esteja a lidar com este problema agora.