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Descobri que a minha empresa estava em risco no mês em que ela mais vendeu

Crescer em faturação e ficar mais frágil ao mesmo tempo. Acontece mais vezes do que gostaria de admitir.
Descobri que a minha empresa estava em risco no mês em que ela mais vendeu

Conheço empresas que vendem mais todos os meses e estão, ainda assim, mais perto de um problema de dinheiro do que estavam há um ano. Parece contraditório. Não é.

Mais vendas trazem mais salários, mais fornecedores, mais impostos, mais adiantamentos e mais dinheiro parado em clientes que demoram a pagar.

Já vi isto de perto, mais vezes do que gostaria. Uma PME cresce 30% num ano, a equipa passa de 12 para 19 pessoas e tudo parece correr bem. Depois, num mês qualquer, dois clientes grandes atrasam o pagamento 45 dias.

E a empresa precisa de uma linha de crédito de emergência só para pagar ordenados. Ninguém festeja esse mês.

Grande parte dos CEOs olha para a faturação como se fosse prova de saúde financeira. Não é. O erro está em confundir movimento com robustez.

Uma empresa pode estar cheia de trabalho, com propostas ganhas e clientes satisfeitos e continuar sem dinheiro suficiente no dia certo. Já vi isso acontecer com gente boa, a fazer tudo certo no papel.

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Talvez conheças um líder, empresário ou fundador que esteja a lidar com este problema agora.