O silêncio na reunião pode não ser acordo
Fazes a pergunta no fim da apresentação: “Alguém vê algum problema nisto?” A sala fica calada, dois diretores acenam e passas ao ponto seguinte.
Três semanas depois, a proposta está parada e as objeções que não apareceram na reunião circulam no corredor com bastante detalhe. O primeiro instinto é culpar a execução. Alguém não fez o que ficou combinado, ou fez devagar. Antes disso, vale a pena perguntar porque é que aquelas objeções não foram ditas quando ainda serviam para alguma coisa.
Na minha experiência, o silêncio numa reunião de direção raramente significa acordo. O mais comum é as pessoas terem feito as contas e concluído que discordar não compensa.
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